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Inauguração do Moinho inicia novo marco na cadeia produtiva do trigo

Inauguração do Moinho inicia novo marco na cadeia produtiva do trigo

Presidentes das Cooperativas Batavo, Castrolanda e Capal comemoram primeira obra da parceria intercooperativas

O MOINHO DE TRIGO – HERANÇA HOLANDESA conseguiu reunir gerações de cooperados, empresários de diversos segmentos e autoridades políticas locais, estaduais e nacionais em seu evento de inauguração, que aconteceu no dia 6 de junho em Ponta Grossa – Pr e contou com a presença de mais de 500 convidados.

Além do Prefeito da cidade de Ponta Grossa, Marcelo Rangel, prestigiaram o evento deputados estaduais e Federais, o Governador do Estado do Paraná, Beto Richa e o Senador, Álvaro Dias.

Em seu discurso o governador do estado destacou a importância social e econômica de um empreendimento como esse e salientou o momento importante vivido hoje no setor industrial “comemoramos atualmente o maior ciclo industrial de toda nossa historia, que se traduz em riquezas a todos os municípios, gerando milhares e milhares de empregos aos paranaenses”.

As Cooperativas, Batavo, Castrolanda e Capal, por meio de uma intercooperação possibilitaram a viabilização do projeto do moinho, oferecendo a ele toda a tradição em gestão, tecnologia e pesquisa, que há anos é utilizada no campo pelos produtores holandeses e que a partir de agora passam a contar, também, com possibilidades de maior liquidez no que se refere à cadeia produtiva do trigo.

O Presidente da cooperativa CAPAL, Erik Bosch, destacou a importância do investimento “Ponta Grossa está em uma nova fase com tantas indústrias sendo construídas, e nós fazemos parte dessa nova industrialização e temos muito orgulho de estar junto com as outras duas cooperativas investindo aqui e ampliando a geração de empregos”.

Orgulhoso o presidente da cooperativa Batavo, Renato Greidanus, disse acreditar que o meio agrícola passa a viver um novo momento “o Moinho marca uma nova era buscando novamente a industrialização dos nossos produtos, podendo estender a cadeia de produção agregando mais valor a produção e aos produtos e garantindo ainda mais rendimentos aos cooperados”.

Já o presidente da Cooperativa Castrolanda, Frans Borg, ressaltou que existia muita insegurança na cultura do trigo em relação ao mercado e aos prazos “lá atrás quando definimos em investir na indústria, foi para justamente conseguirmos colocar nosso produto no mercado com maior segurança. E fomos justamente atacar essas cadeias de produção de maior dificuldade, como batata e leite; porém, o trigo, entre os grãos, era o produto com maior insegurança, então, o foco para nós era compor essa cadeia de produção, uma vez que, com segurança, o produtor tem mais condições de investir”.